siginificado ods meses e das semana

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, 2007

Educação

calendar.jpgUm pouco de cultura inútil nunca é demais. Então, você sabe o que significa cada um dos nomes dos meses do ano? Por que Janeiro é janeiro e Dezembro é dezembro? Sim, é cultura inútil, mas bem interessante. Vamos conferir:

  • Janeiro: Chamado assim em homenagem a Janus, o deus das portas e portões
  • Fevereiro: Deriva de Februalia, um período em que se faziam sacrifícios para ter os pecados perdoados
  • Março: Uma homenagem a Marte, o deus da guerra
  • Abril: Derivado do latim aperire, que significa abrir
  • Maio: Homenagem a Maia, a deusa do crescimento das plantas
  • Junho: Nome da deusa Junius, a forma latina da deusa grega Juno
  • Julho: Uma homenagem a imperador Julius Cesar, de Roma
  • Agosto: O nome homenageia César Augustus, outro imperador romano
  • Setembro: Uma derivação de septem, que e latim significa sete
  • Outobro: Do latim octo, que significa oito
  • Novembro: Do latim novem, que significa nove
  • Dezembro: Outra derivação de um nome latino, decem, que quer dizer dez

No caso dos meses a partir de setembro, que não é sétimo, mas o nono, há uma explicação. Inicialmente, o ano era dividido em apenas 10 meses e começava, mesmo, em março. Depois é que lhe foram acrescentados os meses de janeiro e fevereiro. Então, setembro, outubro, novembro e dezembro já eram conhecidos assim. E assim ficaram.

O curioso é que o atual calendário é chamado de gregoriano por ter sido no pontificado do papa Gregório que ele foi organizado desse jeito. Com todo os cuidados que a Igreja Católica tinha, manteve os nomes derivados de deuses pagãos nos meses de Janeiro, Março, Maio e Junho.

E não mudou os nomes de Julho e Agosto, homenagem a imperadores romanos que também eram pagãos. O papa Gregório instituiu, sim, um novo calendário, mas aparentemente não quis comprar briga com os deuses e homenageados anteriores. (Via Infoplease, em inglês)

QUASE NO AUTOMÁTICO

Nos próximos quatro dias este blog estará quase que no automático. É que, fruto de compromissos profissionais, não vou poder dar a ele a atenção que normalmente dedico.

Então, se notarem uma baixa atividade, saibam que foi falta de tempo. No final da semana estarei de volta e a atenção, também

  • Monday, lunes [segunda-feira], dia da Lua, “moon”;
  • martes [terça-feira], dia de marte é Tuesday, dia do deus germano da guerra e da glória;
  • miércoles [quarta-feira], dia de Mercúrio, assimilou-se a Woden em “Wednesday”;
  • o dia de Júpiter, jueves [quinta-feira], deu Thursday, dia de Tor, com o nome escandinavo;
  • o dia de Vênus é “Friday”, a Frija alemã, Frig na Inglaterra, deusa da beleza;
  • Saturday é o dia de Saturno;
  • o domingo, dia do senhor - coisa que se vê no italiano, “domenica” -, ficou como o do Sol: Sunday
  • Melhor resposta - Escolhida por votação

    Isto depende do idioma em que você queira saber...

    Nas culturas antigas, por exemplo, os nomes de alguns corpos celestes, já observados pelos gregos, serviram de inspiração para os nomes:

    Solis dies - Dia do Sol
    Lunae dies - Dia da Lua
    Martis dies - Dia de Marte
    Mercurii dies - Dia de Mercúrio
    Jovis dies - Dia de Júpiter
    Veneris dies - Dia de Vênus
    Saturni dies - Dia de Saturno

    É por isso que em Espanhol dizemos:

    Sol - Domingo (Antes era somente Sol - trocado por influência religiosa)
    Lua - Lunes
    Marte - Martes
    Mercúrio - Miércoles
    Júpiter - Jueves
    Vênus - Viernes
    Saturno - Sábado (antes era Saturno - trocado por influência religiosa)

    Já em Português, a influência dos nomes é totalmente Católica (religiosa).

    Com receio das comemorações pagãs, o bispo Martinho de Dume (518 - 579 DC) resolveu aproveitar os nomes dos dias da semana de Páscoa, que eram sete e considerados santos (eram feriados e não se podia trabalhar neles), para nomear todos os dias da semana. Os nomes eram:

    Prima Feria - Primeiro dia do Feriado
    Feria Secunda - Segundo dia do Feriado
    Feria Tertia - Terceiro dia do Feriado
    Feria Quarta - Quarto dia do Feriado
    Feria Quinta - Quinto dia do Feriado
    Feria Sexta - Sexto dia do Feriado
    Sabbatum - Dia do Sabath (Dia de culto)

    Posteriormente, o nome do Prima Feria foi trocado para Dominica Dies (Dia do Senhor), o que deu origem ao nosso Domingo.

    Outros idiomas ainda seguem a nomenclatura antiga (pagã) que utiliza os nomes dos astros.

    Isto faz com que os nomes em Português sejam os mais diferentes, devido ao fato da total utilização dos nomes católicos.

    Outro detalhe: ao ser traduzido para o Português, o "feria" dos nomes, que deveriam significar "feriado, férias" acabou sendo traduzido para "feira", ficando os nomes com o formato que conhecemos hoje

Meses do calendário judaico e suas durações

Nomes hebraicos dos meses e seus correspondentes babilônicos
Número Hebraico Duração Análogo babilônico Notas
1 Nissan 30 dias Nisanu ou Aviv no Tanakh
2 Iyar 29 dias Ayaru ou Ziv no Tanakh
3 Sivan 30 dias Simanu  
4 Tammuz 29 dias Du`uzu  
5 Av 30 dias Abu  
6 Elul 29 dias Ululu  
7 Tishrei 30 dias Tashritu chamado Eitanim no Tanakh
8 Heshvan 29 ou 30 dias Arakhsamna às vezes chamado Marcheshvan (Amargo Cheshvan); chamado de Bul no Tanakh
9 Kislev 29 ou 30 dias Kislimu às vezes chamado Chislev
10 Tevet 29 dias Tebetu  
11 Shevat 30 dias Shabatu  
12 Adar I 30 dias Adaru  
13 Adar II 29 dias Adaru  

[editar] Dias da semana

Número Dia Hebraico Nome em hebraico Abreviação
1 Yom Rishon
2 Yom Sheni
3 Yom Shlishi
4 Yom Reviʻi
5 Yom Ḥamishi
6 Yom Shishi
7 Yom Shabba

quarta 08 abril 2009 17:42


História da Arte

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ARTE PRÉ-HISTÓRICA

 

Um dos períodos mais fascinantes da história humana é a Pré-História. Esse período não foi registrado por nenhum documento escrito, pois é exatamente a época anterior à escrita. Tudo o que sabemos dos homens que viveram nesse tempo é o resultado da pesquisa de antropólogos, historiadores e dos estudos da moderna ciência arqueológica, que reconstituíram a cultura do homem.

 

Divisão da Pré-História:           

Paleolítico  -  a principal característica dos desenhos da Idade da Pedra Lascada é o naturalismo. O artista  pintava os seres, um animal, por exemplo, do modo como o via de uma determinada perspectiva, reproduzindo a natureza tal qual sua vista captava. Atualmente, a explicação mais aceita é que essa arte era realizada por caçadores, e que fazia parte do processo de magia por meio do qual procurava-se interferir na captura de animais, ou seja, o pintor-caçador do Paleolítico supunha ter poder sobre o animal desde que possuísse a sua imagem. Acreditava que poderia matar o animal verdadeiro desde que o representasse ferido mortalmente num desenho. Utilizavam as pinturas rupestres, isto é, feitas em rochedos e paredes de cavernas. O homem deste período era nômade.

Os artistas do Paleolítico Superior realizaram também trabalhos em escultura. Mas, tanto na pintura quanto na escultura, nota-se a ausência de figuras masculinas. Predominam figuras femininas, com a cabeça surgindo como prolongamento do pescoço, seios volumosos, ventre saltado e grandes nádegas. Destaca-se: Vênus de Willendorf.

 

PALEOLÍTICO INFERIOR

  • aproximadamente 5.000.000 a 25.000 a.C.;
  • primeiros hominídios;
  • caça e coleta;
  • controle do fogo; e
  • instrumentos de pedra e pedra lascada, madeira e ossos: facas, machados.

PALEOLÍTICO SUPERIOR

  • instrumentos de marfim, ossos, madeira e pedra: machado, arco e flecha, lançador de dardos, anzol e linha; e
  • desenvolvimento da pintura e da escultura.

                                              

Neolítico - a fixação do homem da Idade da Pedra Polida, garantida pelo cultivo da terra e pela manutenção de manadas, ocasionou um aumento rápido da população e o desenvolvimento das primeiras instituições, como família e a divisão do trabalho. Assim, o homem do Neolítico desenvolveu a técnica de tecer panos, de fabricar cerâmicas e construiu as primeiras moradias, constituindo-se os primeiros arquitetos do mundo. Conseguiu ainda, produzir o fogo através do atrito e deu início ao trabalho com metais.

Todas essas conquistas técnicas tiveram um forte reflexo na arte. O homem, que se tornara um camponês, não precisava mais ter os sentidos apurados do caçador do Paleolítico, e o seu poder de observação foi substituído pela abstração e racionalização. Como conseqüência surge um estilo simplificador e geometrizante, sinais e figuras mais que sugerem do que reproduzem os seres. Os próprios temas da arte mudaram: começaram as representações da vida coletiva.

Além de desenhos e pinturas, o artista do Neolítico produziu uma cerâmica que revela sua preocupação com a beleza e não apenas com a utilidade do objeto, também esculturas de metal.

Desse período temos as construções denominadas dolmens. Consistem em duas ou mais pedras grandes fincadas verticalmente no chão, como se fossem paredes, e uma grande pedra era colocada horizontalmente sobre elas, parecendo um teto. E o menir que era monumento megalítico que consiste num único bloco de pedra fincado no solo em sentido vertical.

O Santuário de Stonehenge, no sul da Inglaterra, pode ser considerado uma das primeiras obras da arquitetura que a História registra. Ele apresenta um enorme círculo de pedras erguidas a intervalos regulares, que sustentam traves horizontais rodeando outros dois círculos interiores. No centro do último está um bloco semelhante a um altar. O conjunto está orientado para o ponto do horizonte onde nasce o Sol no dia do solstício de verão, indício de que se destinava às práticas rituais de um culto solar. Lembrando que as pedras eram colocadas umas sobre as outras sem a união de nenhuma argamassa.

NEOLÍTICO

  • aproximadamente 10.000 a 5.000 a.C.
  • instrumentos de pedra polida, enxada e tear;
  • início do cultivo dos campos;
  • artesanato: cerâmica e tecidos;
  • construção de pedra; e
  • primeiros arquitetos do mundo.

IDADE DOS METAIS

  • aproximadamente 5.000 a 3.500 a.C.
  • aparecimento de metalurgia;
  • aparecimento das cidades;
  • invenção da roda;
  • invenção da escrita; e
  • arado de bois.

 

As Cavernas

 

Antes de pintar as paredes da caverna, o homem fazia ornamentos corporais, como colares, e, depois magníficas estatuetas, como as famosas “Vênus”.

Existem várias cavernas pelo mundo, que demonstram a pintura rupestre, algumas delas são:

Caverna de ALTAMIRA, Espanha, quase uma centena de desenhos feitos a 14.000 anos, foram os primeiros desenhos descobertos, em 1868. Sua autenticidade, porém, só foi reconhecida em 1902.

Caverna de LASCAUX, França, suas pinturas foram achadas em 1942, têm 17.000 anos. A cor preta, por exemplo, contém carvão moído e dióxido de manganês.

Caverna de CHAUVET, França, há ursos, panteras, cavalos, mamutes, hienas, dezenas de rinocerontes peludos e animais diversos, descoberta em 1994.

Gruta de RODÉSIA, África, com mais de 40.000 anos.

Parque Nacional Serra da Capivara - Sudeste do Estado do Piauí, ocupando áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. Nessa região encontra-se uma densa concentração de sítios arqueológicos, a maioria com pinturas e gravuras rupestres. Para saber mais visite: http://www.fumdham.org.br/parque.asp

Onde havia gente - Os arqueólogos já encontraram vários registros de seres humanos pré-históricos que viviam no Brasil há pelo menos 11.000 anos:

Curiosidades:

"O trajeto marítimo do Homo erectus" e "Os ancestrais do homem moderno":

Os primeiros homens da América - Estudos mostram que a colonização deve ter sido mais complexa do que se pensava:

 

Técnica do carbono-14

LAHR, Marta Mirazón. Folha de S.Paulo. 15 Junho 1997.

O carbono é um dos elementos mais importantes na composição dos organismos. Os seres vivos absorvem constantemente uma forma estável desse carbono, o carbono-14, que tem uma "meia-vida" de cerca de 5.730 anos (meia-vida é o tempo necessário para reduzir pela metade, através de desintegração, a massa de uma amostra desse elemento radioativo.

Depois que morre, o organismo deixa de receber carbono-14. Esse, agora um fóssil, vai perdendo seu carbono-14 pela desintegração (ou "decaimento").

Para medir o que restou de C-14 é preciso queimar um pedaço do fóssil, transformando-o em gás, que é analisado por detectores de radiação. O C-14, ao se desintegrar emite elétrons que podem ser captados pelos detectores.

O índice de C-14 é comparado com o carbono não radioativo, o C-12, para se checar quanto do carbono radioativo decaiu, e com isso determinar a data na qual o organismo morreu.

Uma variante mais moderna da técnica é a AMS (sigla em inglês para espectrometria de massa por acelerador), que também mede a proporção na amostra do carbono-14. Sua vantagem é poder fazer a medição, diretamente, sem que seja necessário queimar parte razoável da amostra para fazer o teste. A datação por esse método é especialmente valiosa para materiais orgânicos.

 

 

História da arte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

História da arte

A história da arte é uma disciplina que estuda a evolução das expressões artísticas, a constituição e a variação das formas, dos estilos, dos conceitos transmitidos através das obras de arte.

Costuma referir-se à história das artes visuais mais tradicionais, como a pintura, escultura e arquitetura.

Se bem que as idéias sobre a definição de arte tenham sofrido mudanças ao longo do tempo, o campo da história da arte tenta categorizar as mudanças na arte ao longo do tempo e compreender melhor a forma como a arte modela e é modelada pelas perspectivas e impulsos criativos dos seus praticantes. Embora muitos pensem na história da arte simplesmente como o estudo da sua evolução ocidental, o assunto inclui toda a arte, dos megalitos da Europa Ocidental às pinturas da dinastia Tang, na China.

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História da Literatura

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História da gramática

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Gramática (do grego: γραμματική, transl. grammatiké, feminino substantivado de grammatikós) é o conjunto de regras individuais usadas para um determinado uso de uma língua, não necessariamente o que se entende por seu uso "correto". É ramo da Lingüística que tem por objetivo estudar a forma, a composição e a inter-relação das palavras dentro da oração ou da frase, bem assim o seu apropriado ou correto uso.

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